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PF faz ação contra eletrônicos clandestinos no Brasil

ResumoA Polícia Federal deflagrou a Operação Conexão Paralela em 17 de outubro para combater a entrada clandestina de eletrônicos no Brasil. Seis mandados de busca e apreensão são cumpridos no Rio de Janeiro e em Maricá, mirando esquema de revenda que teria movimentado cerca de R$ 60 milhões.

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (17) a Operação Conexão Paralela para combater a entrada clandestina de eletrônicos no Brasil. Seis mandados de busca e apreensão são cumpridos no Rio de Janeiro e em Maricá. A revenda dos produtos teria movimentado cerca de R$ 60 mi

Bruno Tagliari Bruno Tagliari · Repórter de ciência e tech
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PF faz ação contra eletrônicos clandestinos no Brasil
Foto: Imagem ilustrativa · Pingobox

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (17) a Operação Conexão Paralela para combater a entrada clandestina de eletrônicos no Brasil. Seis mandados de busca e apreensão são cumpridos no Rio de Janeiro e em Maricá. A revenda dos produtos teria movimentado cerca de R$ 60 mi

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (17) a Operação Conexão Paralela, com o objetivo de combater a entrada clandestina de produtos eletrônicos no Brasil. Ao todo, seis mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nas cidades do Rio de Janeiro e de Maricá, no Grande Rio.

Os produtos, especialmente smartphones, eram introduzidos no país sem o pagamento de impostos de importação. Segundo a fonte, a revenda de milhares desses itens teria movimentado cerca de R$ 60 milhões nos últimos anos. O grupo responsável pelo ingresso e pela posterior revenda dentro do Brasil seria comandado por um policial militar, de acordo com a PRF.

Os investigados poderão responder pelos crimes de descaminho e associação criminosa. A operação ocorre em um momento em que o mercado de eletrônicos importados segue sob escrutínio das autoridades. Para o consumidor, a compra de aparelhos sem nota fiscal e sem comprovação de origem legal pode parecer vantajosa no preço, mas envolve riscos concretos: ausência de garantia, dificuldade de assistência técnica e possibilidade de o produto ser apreendido.

A diferença entre o preço de um smartphone vendido em canais oficiais e o de um aparelho sem procedência tributária costuma refletir justamente os impostos não pagos. No caso investigado, o volume de R$ 60 milhões em revenda dá a dimensão do que está em jogo. A PF não informou quantas pessoas são alvo da operação nem o nome do policial militar citado. As buscas seguem em andamento.

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